Cervejas

Forte geradora de tráfego e de vendas nas lojas de conveniência, a Categoria Cervejas é uma das mais importantes do canal, desempenhando o papel de “categoria destino”, assim como Tabacaria e Bebidas Não Alcoólicas.

O consumidor sabe que encontrará, na conveniência, uma variedade competente de marcas e embalagens de cervejas, expostas na temperatura adequada em geladeiras, walk-in’s ou “caves”.

Na gestão da categoria, cabe ao varejista, além de garantir a ampla oferta de marcas a preços competitivos, preocupar-se com a responsabilidade na venda dos produtos, engajando-se em campanhas de consumo consciente. O cumprimento estrito da lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos é outro aspecto crucial que envolve a categoria – os atendentes das lojas precisam estar treinados e sempre alertas, solicitando o documento de identidade do cliente.

Mercado Premium

O mercado de cervejas premium está em forte expansão no Brasil. Trata-se de uma excelente oportunidade de receita, tanto para a indústria quanto para o varejo. As lojas de conveniência têm sido vitrine para novos rótulos, afinal o consumidor do canal se adequa ao perfil do principal público-alvo das ofertas premium.

Resultados de 2018
Mercado Total de Lojas de Conveniência (Nielsen):

  • A participação da Categoria Cervejas no faturamento das lojas foi de 21,1%, em 2018.
  • Em 2018, os três primeiros lugares do ranking dos fabricantes da categoria permanecem os mesmos desde 2016: AMBEV, HEINEKEN e PETROPOLIS. A quarta colocação foi alcançada pela CERVEJARIA CIDADE IMPERIAL PETROPOLIS, que em 2017 ocupava a 6ª colocação. CERPA manteve seu 5º lugar.
  • O ranking das marcas teve pouca variação, quando comparado a 2017. A liderança de SKOL PILSEN foi mantida, porém a segunda posição foi conquistada por HEINEKEN, antes em terceiro lugar. BRAHMA CHOPP caiu uma colocação, seguida por BUDWEISER, ITAIPAVA PILSEN, STELLA ARTOIS, ANTARCTICA PILSEN, ANTARCTICA SUB ZERO e EISENBAHN PILSEN. CORONA ocupou a 10ª posição.
  • HEINEKEN, DESC., 300 A 349 ML, V., CL., HEINEKEN ultrapassou BUDWEISER, DESC., 300 A 349 ML, V., CL., BUDWEISER e assumiu a liderança no ranking de produtos.
  • SKOL PILSEN, DESC., 350 A 400 ML, LT., CL., SKOL; BRAHMA CHOPP, DESC., 350 A 400 ML, LT., CL., BRAHMA; e STELLA ARTOIS, DESC., 251 A 299 ML, V., CL permaneceram nas 3ª, 4ª e 5ª posições, respectivamente.
  • O produto SKOL PILSEN, RET., 300 A 349 ML, V., CL., SKOL (retornável) passou da 13ª para a 6ª posição do ranking.

 

RANKING FABRICANTES - CERVEJAS

2017 2018
AMBEV CIA 1 1
HEINEKEN CIA 2 2
PETROPOLIS CIA 3 3
CERVEJARIA CIDADE IMPERIAL PET 6 4
CERPA CIA 5 5

Fonte: Nielsen

RANKING MARCAS - CERVEJAS

2017 2018
SKOL PILSEN 1 1
HEINEKEN 3 2
BRAHMA CHOPP 2 3
BUDWEISER 4 4
ITAIPAVA PILSEN 5 5
STELLA ARTOIS 6 6
ANTARCTICA PILSEN 7 7
ANTARCTICA SUB ZERO 8 8
EISENBAHN PILSEN 9 9
CORONA 11 10

Fonte: Nielsen

RANKING PRODUTOS - CERVEJAS

2017 2018
HEINEKEN,DESC.,300 A 349 ML,VIDRO 2 1
BUDWEISER,DESC.,300 A 349 ML,VIDRO 1 2
SKOL PILSEN,DESC.,350 A 400 ML,LATA 3 3
BRAHMA CHOPP,DESC.,350 A 400 ML,LATA 4 4
STELLA ARTOIS,DESC.,251 A 299 ML,VIDRO 5 5
SKOL PILSEN,RET.,300 A 349 ML,VIDRO 13 6
SKOL PILSEN,DESC.,251 A 299 ML,LATA 6 7
BRAHMA CHOPP,DESC.,401 A 499 ML,LATA 7 8
ANTARCTICA SUB ZERO,DESC.,350 A 400 ML,LATA 12 9
ITAIPAVA PILSEN,DESC.,401 A 499 ML,LATA 10 10

Fonte: Nielsen

Setor cervejeiro vende 1,3 BI de litros no carnaval

“As vendas da indústria cervejeira no Carnaval 2019 somaram aproximadamente 1,3 bilhão de litros, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv). O número é o melhor resultado para o período em quatro anos. O volume de vendas representou quase 10% de toda a expectativa de comercialização de cerveja para o ano. A entidade ressalta que o carnaval “representa praticamente um mês adicional em vendas, com impacto positivo em toda a cadeia produtiva”. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) também divulgou dados sobre o período que apontam um crescimento de 8% nas vendas em bares e restaurantes durante os dias de Carnaval, em relação ao ano passado.”

Publicado em 19/03/2019
Fonte: Giro News, publicado no site Datamark

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PRODUÇÃO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS RECUA 1,4% EM 2018

Depois de um primeiro semestre promissor, a produção industrial de bebidas alcoólicas sofreu redução em 2018. Caiu 1,4% na comparação com 2017, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ratifica a série de quedas registrada em quase todo o segundo semestre, incluindo o mês de dezembro, que apresentou diminuição de 1,9%. (…)”

Publicada em 04/02/2019
Fonte: site Guia da Cerveja

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A venda de bebidas alcoólicas movimentou R$ 8,5 bilhões durante 12 meses, período terminado em setembro de 2018.

O dado faz parte do painel Out of Home, analisado pela Kantar Worldpanel, especializada em comportamento de consumo. Segundo o levantamento, o consumo de bebidas alcoólicas fora de casa é feito por 18 milhões de brasileiros, que gastam cerca de R$ 40,00 por ocasião. A cerveja possui 82% de participação, seguida por destilados, com 15%, e vinhos, com 3%. De acordo com a empresa, o consumidor opta pela cerveja cerca de 11 vezes por ano. Vinho e destilados têm frequência, respectivamente, de 2,5 e 4 vezes em 12 meses.

Publicado em 22/01/2019
Fonte: Portal Giro News, publicado no site Datamark

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PEQUENAS E MÉDIAS CERVEJARIAS PRESSIONAM GRANDES MARCAS

É difícil encontrar alguém que nos últimos anos não tenha degustado uma nova cerveja e se perguntado: por que não provei isso antes? A sede do consumidor por novidades está movimentando, como nunca, a produção e a venda da bebida mais tradicional do país. Somente no ano passado, 210 novas fábricas começaram a operar, um crescimento de 30% sobre 2017 e o melhor resultado da história. “Os brasileiros descobriram a boa cerveja e, cada vez mais, querem desbravar esse universo”, diz Douglas Salvador, CEO do Clube do Malte, maior empresa de venda de cervejas premium do país. “Quanto mais se conhecerem novos sabores, mais se quer experimentar novos rótulos.” (…)

Publicado em 08/02/2019
Fonte: site Estado de Minas

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Mercado Premium

Mudanças no consumo de cerveja no País põem em xeque o 'modelo Ambev'

Expansão dos segmentos ‘premium’ e ‘de desconto’ pressionou marcas tradicionais da companhia e reduziu a folga da gigante em relação às rivais; investidor percebeu o movimento e reagiu: Ambev perdeu R$ 100 bi em valor de mercado em 2018”
“Conhecida pelas altas margens de lucro e pela entrega de bons resultados a investidores, a Ambev tem vivido um momento diferente. Em 2018, ano em que a Bolsa foi o investimento mais rentável do País, com o Ibovespa avançando 15%, as ações da empresa caíram quase 30%. A companhia foi a que mais perdeu valor de mercado, em números absolutos, no ano passado: de R$ 340,7 bilhões para R$ 241,8 bilhões. Desde janeiro, porém, com a Bolsa paulista avançando diante da expectativa de crescimento da economia, a Ambev já recuperou parte das perdas de 2018 (…)”

Publicado em 09/02/ 2019
Fonte: O Estado de S. Paulo, publicado nos sites Datamark e Terra

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Mudança de hábitos no consumo de bebidas

No Dia Mundial do Consumidor, a ABRABE (Associação Brasileira de Bebidas) apresenta um levantamento realizado entre seus associados sobre o consumo de bebidas alcoólicas em 2018.

Para 53% das empresas associadas, o consumo nas categorias premium e super premium das mais variadas bebidas: cervejas, cachaças, destilados e vinhos cresceu. A ABRABE observa que hoje o consumidor tem mais acesso ao conhecimento sobre diferentes produtos e formas de produção. Assim, suas opções de escolha foram ampliadas (…).

Fonte: site da ABRABE –Associação Brasileira de Bebidas

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Brasil recebe 210 novas cervejarias em 2018

Em 2018, foram registradas 210 novas cervejarias no Brasil. O setor se manteve com crescimento de 30% e fechou o ano com 889 fábricas. Dos 5.570 municípios brasileiros, 479 já possuem pelo menos uma cervejaria. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Ainda de acordo com as informações, foram registradas 6,8 mil cervejas e chopes. Os estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul tiveram mais de mil registros cada. (…)

Publicado em 29/01/2019
Fonte: Portal Giro News, publicado no site Datamark

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